Foi assassinado aos 44 anos, deixando esposa e três filhos. Combativo, junto com a organização comunitária do Tomé, também denunciou a contaminação por agrotóxicos da água consumida pela comunidade, o problema de moradia enfrentado por uma parte das/os trabalhadoras/res rurais da região e apropriação indevida de terra pertencentes à União por empresas agroexportadoras de frutas. A luta de Zé Maria continua a inspirar e encorajar muitos lutadores e lutadoras do povo comprometidos com a vida das pessoas e do meio ambiente no Vale do Jaguaribe.

     A EFA homenageia em seu nome um dos grandes lutadores do povo no Vale do Jaguaribe, cujo sangue foi derramado no dia 21 de abril de 2010 por causa da luta que assumiu em defesa da vida por denunciar o uso abusivo de agrotóxicos por empresas do agronegócio na Chapada do Apodi. Zé Maria nasceu em 4 de outubro de 1965. Vivia com sua família na localidade de Tomé, na parte do município de Limoeiro do Norte. Era Presidente da Associação dos Desapropriados Trabalhadores Rurais Sem Terra da Chapada do Apodi.

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Parceiros da EFA Jaguaribana Zé Maria do Tomé